terça-feira, 2 de outubro de 2018

Outubro Rosa
Hospital América de Mauá alerta a população sobre a importância 

da prevenção e diagnóstico do câncer de mama




De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é a neoplasia de maior incidência entre as mulheres em todo o mundo.  Para o Brasil, estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama feminina entre 2018 e 2019.

O câncer de mama é um tumor maligno causado pela multiplicação anormal das células da mama. “Há vários tipos de câncer de mama; 90% dos cânceres ocorrem nos ductos ou nos lóbulos. Quando está em fase inicial chama-se “In situ” - e quando a doença rompe o ducto ou lóbulo é chamado de “Invasivo”. O mais comum é o carcinoma ductal invasivo, o segundo tipo mais frequente é o carcinoma lobular invasivo, sendo que 30% dos casos são bilaterais. Temos ainda o carcinoma ductal in situ, carcinoma medular, carcinoma mucinoso, carcinoma tubular, entre outros”, explica a Dra. Thais Santarossa, mastologista, prestadora de serviços no Hospital América.

O câncer de mama é dividido em quatro estadios ou estágios, conforme a expansão da doença. “O estadiamento do câncer da mama é baseado no tamanho do tumor, quantidade de linfonodos axilares comprometidos e metástases à distância. Atualmente temos uma mudança no estadiamento, no qual foi somado achados clínicos e imuno-histoquímicos”, esclarece a doutora.


Os principais sintomas do câncer de mama podem ser notados por alterações na mama. “Nódulos mamários; alteração na pele da mama, como vermelhidão, retração, aspecto casca laranja; alterações no mamilo; saída de secreção no mamilo, tipo água de rocha ou sanguinolenta; Nódulos na axila; dor não é comum sentir em casos de câncer”, explica a mastologista.

Todas as mulheres devem fazer um acompanhamento anual com o seu ginecologista e a partir dos 40 anos todas devem fazer o exame de mamografia anualmente. “O principal exame para detectar o câncer de mama é a mamografia. Os demais exames são complementares e tem sua indicação de acordo com cada caso, como por exemplo a ultrassom das mamas e a ressonância magnética das mamas”, recomenda Santarossa.

O câncer de mama não tem uma causa única. Diversos fatores estão relacionados ao aumento do risco de desenvolver a doença. “O risco aumenta com a idade; - a maioria dos cânceres de mama são diagnosticados em mulheres acima de 55 anos. Apenas 5-10% dos casos de câncer de mama são hereditários, ou seja, por defeitos genéticos herdados”, lembra a médica.

Existem diversos tratamentos indicados para o câncer de mama. “O tratamento adequado depende do estadio da doença, mas basicamente consiste em cirurgia, quimioterapia e hormonioterapia”, comenta a especialista.

A prevenção do câncer de mama é feita através do exame clínico anual, com o ginecologista e/ou mastologista, somada a mamografia; dessa forma é possível fazer o diagnóstico precoce do câncer e seu tratamento adequado. “O câncer de mama tem cura, principalmente se diagnosticado em estadio inicial. Por isso é muito importante a mulher realizar exames de rotina anualmente”, finaliza.

Em caso de dúvida, consulte sempre seu médico.

Dra. Thais Santarossa | CRM 125166 | Mastologista | Prestadora de serviços no Hospital América de Mauá.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Com presença de Chefs renomados, JJ Foods participa de um dos maiores festivais de churrasco do Brasil, o Barbáros BBQ

Muita animação, bebidas e carnes à vontade prometem contagiar 
os amantes do bom churrasco na cidade

No próximo sábado, (15), acontece a quarta edição de um dos maiores festivais de churrasco chamado Bárbaros BBQ que vai acontecer na cidade de Americana, em São Paulo. E, claro que a JJFoods não poderia ficar de fora.

Com três estações, a empresa promete encantar os visitantes do evento com um menu gastronômico saboroso e requintado preparado por chefs renomados do Brasil como, os Chefs Paula Labaki, Bruno Salomão e Renata Cruz.

Serão 10 horas de muita festa que contam com uma excelente infraestrutura, além da presença dos mais renomados churrasqueiros do país, música boa, espaço kids proporcionando aos visitantes um ambiente familiar e seguro.

Criado em 2016, o Bárbaros BBQ promove o maior festival de carne do interior paulista. Em sua 1ª edição, reuniu 1.500 pessoas para curtir 10 horas de festa com open food e open beer, onde foram consumidas 1,5 toneladas de carne e 14 mil garrafas de cerveja. A parceria com grandes marcas e profissionais do setor deu ao evento notoriedade nacional entre os apaixonados por churrasco.

Sucesso garantido em feiras e eventos importantes, a JJFoods leva soluções em alimentação de qualidade fornecendo atualmente, 400 mil refeições por dia a grandes empresas.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Mara Cakes apresenta "Simplesmente Mara"

A mestre e referência em confeitaria nacional lança o seu terceiro livro com dicas, resgate de sabores da infância e técnicas inovadoras para apaixonadas por gastronomia, dia 22 de julho, na Livraria da Vila, em São Paulo



A confeiteira artística e empresária Mara Cakes apresenta nacionalmente 'Simplesmente Mara'
neste domingo, 22 de julho, a partir das 16 horas, na Livraria da Vila, na Alameda Lorena, em São
Paulo. 

Essa é a terceira publicação independente da especialista que traz receitas familiares,
sobremesas, criatividade, muita inspiração e ainda doces possíveis para quem tem restrições
alimentares.
A obra reúne informações para o melhor preparo desde massas, recheios, molhos, coberturas,
sobremesas e até resgate pessoal com sabor da infância. 

A autora Mara Cakes disponibiliza uma
diversidade de receitas maravilhosas, com originalidade, facilidade e praticidade. Um conteúdo seleto com as melhores opções deliciosas, atraentes e acessíveis para todos que gostam de doces.
'Simplesmente Mara' tem impressão especial, papel com textura para maior resistência na cozinha, receitas ilustradas, mantém linguagem direta e a fórmula editorial atraente tão bem experimentada pelos leitores de 'Mara Cake Mara Cakes – Muito Além do Bolo'. Somadas, as duas
publicações anteriores em menos de 12 meses venderam mais de 30 mil exemplares.
'Este livro tem muito amor e dedicação em cada página. Testei e preparei as receitas, montei os
cenários das fotos, cada etapa tem realmente a minha mão. Investi bastante na qualidade e
apresentação impecável. Tenho muito cuidado, no material de impressão e na encadernação,
busquei a melhor solução porque sei como é importante a durabilidade para quem vai manusear na cozinha', revela Mara Cakes.

O livro pode ser adquirido na loja virtual www.maracakes.com.br

Lançamento nacional Simplesmente Mara
Livraria da Vila.Alameda Lorena, 1731. Jardins.
'Simplesmente Mara'
300 páginas
R$ 169,00 preço
A autora
Paulista de Lourdes, Mara Cakes é autora dos livros 'Mara Cakes' – Muito Além do
Bolo. Um fenômeno gastronômico, em três anos conquistou o Brasil mostrando a decoração de
bolos e ensinando técnicas inovadoras. 

Empreendedora de sucesso tem linha própria de produtos profissionais (tabuleiro, espátulas, bicos, bailarinas, facas...) e insumos. Mestra no ensino da
confeitaria artística, ministra aulas pelas mais diversas cidades brasileiras e no exterior. 

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Braven, empresa de cosméticos que une ciência 
e inovação, lançará tecnologia inédita no Brasil

A história da Braven se mistura com a de seu criador, Vinicius Marchiori. Desde criança, ao contrário dos colegas, suas brincadeiras não eram com carrinhos, mas com tubos de ensaio. Apaixonado por ciências, formou-se em Odontologia em 1994, especializando-se em implantodontia em 1997. Porém, sua curiosidade o levou a fazer mais duas especializações: Biologia Celular em 2001 e em Biologia Molecular e Terapia Gênica em 2008 pela Unifesp, pois queria estudar células vivas. E, em paralelo, mestrado em Lasers na USP.
Em 2011, criou a Revolugenix Biotecnologia, como empresa não residente no Cietec, a incubadora do Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares). A empresa atua até hoje no desenvolvimento de biomateriais com células para regenerar tecidos.
A Revolugenix conseguiu fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, a Fapesp, no programa Pipe(Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas), já executou a fase I do projeto e atualmente está executando o projeto fase II para desenvolvimento de biomaterial. Também conseguiu fomento do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) para desenvolvimento de produtos. Porém, como o processo de desenvolvimento de produto em biotecnologia e construção desse tipo de negócio exige longo período de tempo, um novo projeto surgiu em paralelo.

Braven

A Braven nasceu de um encontro tecnológico entre a Revolugenix e uma empresa parceira em nanotecnologia, a Nanofitotec: “Nós nos tornamos parceiros em pesquisa e decidimos usar a combinação dos dois laboratórios, de biotecnologia e de nanotecnologia, para beneficiar as pessoas com cosméticos altamente eficientes, fazendo isso paralelamente aos projetos individuais”, conta Marchiori.
Assim, em 2014, os dois juntaram capacidades e estrutura laboratorial para desenvolver cosméticos com alta qualidade tecnológica que atendessem os desejos das pessoas que já consumiam produtos fora do Brasil e queriam comprar aqui itens inovadores com a mesma qualidade das grandes marcas mundiais.
“Já tínhamos bastante informação. Conhecíamos a biologia, as tecnologias, o ambiente regulatório, proteção intelectual e tudo mais que cerca um negócio na área, enfim, tínhamos a base para mais de um tipo de negócio. Enxergamos na dificuldade do sistema de fomento brasileiro uma oportunidade e, assim, transformamos o tempo de espera entre os projetos em tempo útil para construção do novo projeto paralelo”, diz Marchiori.

O antiage Iuvenalis

Com um investidor anjo que aplicou cerca de R$ 200 mil, em 2016 surgiu o primeiro produto, um hidratante polimérico. O segundo item, o antiage Iuvenalis, chegou em 2017, mesmo ano em que a primeira sócia precisou se desligar da empresa para executar outros projetos que demandavam todo seu tempo. Em seu lugar entrou o economista e designer Fernando Couto Pereira, que se tornou o novo sócio e ficou responsável não só pela parte financeira da empresa como também pelo design dos produtos.
A paixão pela ciência dos cosméticos contagiou Pereira, que agora também faz curso de tecnologia cosmética para acompanhar todos os acontecimentos do laboratório das empresas.
Marchiori continua investindo em sua vida acadêmica e é Leader in Innovation pela Royal Academy of Engineering e também é fellow da Isis Enterprise, o hub de empreendedorismo da universidade de Oxford, ambos na Inglaterra. Além desses, está na aceleradora de empresa do Vale do Silício chamada Founder Institute, em São Paulo, no qual busca investidores, principalmente de smart money, investimento que vem acompanhado de conhecimento por parte do investidor para a nova plataforma web da Braven Cosméticos que deve mudar as perspectivas do mercado em customização de cosméticos.

O que vem por aí

Vinícius Marchiori no laboratório

Em breve, a marca, cujas criações não são testadas em animais, lançará sabonetes, a partir de receita artesanal cold press e com matérias-primas naturais.
Mas a cereja do bolo será mesmo o Braven Labs, plataforma web com inteligência artificial que ajudará os consumidores a criarem seus cosméticos personalizados. Com esta novidade, a empresa pretende faturar por volta de R$ 9 milhões até o final de 2019.
“Somos criteriosos e sabemos que os consumidores levam muito a sério os ingredientes que usam no cuidado com a sua pele. O produto não pode ser agressivo ou danificar o meio ambiente, causar sofrimento a animais ou desequilibrar o planeta. Além disso, precisa funcionar com excelência. Por isso, desenvolvemos a plataforma, para que as pessoas possam escolher os ingredientes ideais que irão compor seus cosméticos com a ajuda de tecnologia para não cometer erros, mas personalizando mais que o tratamento, personalizando o próprio produto”, finaliza Marchiori.

Braven


















































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































quinta-feira, 14 de junho de 2018

Sobrenome corporativo: quem ainda precisa dele?

Para quem tem mais de 40 anos, é comum se lembrar de estar em um evento e conhecer alguém que se apresentava assim: José da Silva, da Cia. XYZ, esta última parte, o sobrenome corporativo. Porém, com as mudanças muito rápidas das últimas décadas, como a chegada da Internet, de novas tecnologias e da chamada geração millenials, parece que acrescentar esses sobrenomes não tem mais tanta importância assim.

O coach Edson Moraes, formado pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF – International Coach Federation, afirma que tanto na sua experiência em consultoria quanto em seu escritório de coaching, atuando com profissionais de diversas áreas, formações e idades, considera que a questão do sobrenome corporativo deva ser observada, sim, sob um prisma geracional.

Baby-boomers (nascidos entre o final da segunda guerra e o início dos anos 60) e a geração X (de 1960 até o início dos anos 1980) consideram relevante o nome da empresa que se apõe aos seus no momento de se identificarem. Dá um certo orgulho ser apresentado como ‘Fulano de Tal da Cia. X’, pois o sobrenome corporativo, utilizado por tempo determinado, identifica uma casta, uma forma de pensar, uma forma de ser percebido pelo mercado e pelos pares. Geralmente, promove certo status e faz com que o profissional se sinta valorizado e reconhecido por todos, sendo útil também para abrir portas e receber convites para eventos, viagens e encontros com seus pares”, indica Moraes.

Por outro lado, as gerações abaixo dos 40 anos lidam diferentemente com o tema, sem que isso signifique necessariamente desprezar o sobrenome corporativo. Porém, esses aprenderam a lidar com outras formas de se relacionar com o trabalho, incluindo o empreendedorismo como uma alternativa concreta e desejada, além de considerar irrelevante o período de permanência nessa ou naquela empresa para suas identidades.

“Por essa razão, reter talentos tem sido um grande desafio para as empresas, atualmente. Esta geração se identifica com o propósito, os valores e os projetos da empresa na qual está, algo menos impactante para os mais velhos. O nome da empresa conta, principalmente se for ligada à transformação digital, mas, nesse caso, mais pelo efeito relevante na mudança da sociedade que pela ‘tradição da marca’. Profissionais mais novos buscam realizar transformações positivas na sociedade por meio do trabalho, enquanto os mais velhos ainda querem a estabilidade de uma empresa”, afirma o coach.

A demissão & o luto

Também não é incomum presenciar algo que ocorre com as pessoas que costumam usar o sobrenome corportativo: após serem demitidas (ou se demitirem/aposentarem), acabam se sentindo transtornadas, como se tivessem perdido a própria identidade.

“Como em processos de separação litigiosa ou morte de uma pessoa querida, a demissão ou a aposentadoria nos obriga a adaptar a vida sem o antigo empregador por meio da reconstrução de significados”, explica Moraes. Ele acrescenta: “A retirada do sobrenome corporativo de uma pessoa pode significar, muitas vezes, a perda de sua identidade profissional, mas não significa que o mesmo ocorra com sua carreira, profissão e objetivos”.

Moraes indica que essa é uma chance de aproveitar a oportunidade para pensar no que se deseja para o futuro: “Baseie-se em seu propósito, seus valores e suas crenças para definir para onde mirar, rever seus objetivos, permitir-se escrever novos planos e definir ações para alcançá-los. Isto facilitará a relação com essa perda e a identificação de novos percursos”.

Um dos caminhos para contornar esse momento, segundo Moraes, pode ser trilhado pelas tarefas essenciais descritas pelo psicólogo Dr. J. William Worden em “Terapia no Luto e na Perda”, que podem ser assim adaptadas às demissões ou aposentadorias:

•         Aceitar a realidade da perda: ser demitido significa simplesmente ter um contrato encerrado. A vida se mantém e novas oportunidades se apresentam;
•         Trabalhar a dor advinda da perda: compreender que não participar da antiga empresa não significa que as possibilidades se encerraram lá. Sem dúvida que qualquer rejeição é dura, mas perceber que quanto mais rápido assimilar esta dor, mais facilmente estará preparado para buscar outro trabalho;
•         Compreender que aquele lugar não será mais frequentado: tudo muda o tempo todo. Neste caso, do crachá à rotina diária de sair de casa e tomar um determinado caminho deverão ser repensados. Incluir outra rotina na vida, mesmo que seja a disciplina para buscar um emprego ou nova atividade já é uma forma de trabalho que requer nova atitude;
•         Prosseguir com a vida, embora as lembranças sempre irão existir: guarde as memórias e os relacionamentos. Certamente a experiência será útil em um futuro próximo, tanto na busca de recolocação ou na definição de novas atividades quanto no networking requerido no caminho da carreira.

Mudando as relações

E por que os profissionais mais jovens provavelmente não passarão por este luto? Moraes credita as mudanças à percepção de que o aumento de produtividade e a redução de trabalho, com consequente aumento de tempo livre, algo que a tecnologia traria aos profissionais, não ocorreu na realidade. Notou-se que o ônus de atividades nem sempre compensava o bônus no final de um período. Isso para todas as áreas, profissões e idades.

Dessa maneira, diversos profissionais das gerações mais velhas também buscam mudanças na sua relação com o trabalho. Mesmo com uma carreira estabelecida, compreender que há vida além do trabalho e que há muito a se viver com ou sem reforma na previdência faz com que se reflita sobre a relação com o trabalho e a forma de se relacionar com a atividade profissional. Hoje é mais simples fazer escolhas do que foi no passado. Incluir temas como qualidade de vida, convívio com a família, tempo de estudo e lazer não são tabus que poucos poderiam sonhar em considerar na vida.

“Os jovens talvez percebam isso de forma mais explícita, até pelo exemplo que têm em casa, mas muitos, de qualquer geração, refletem sobre a carreira e a forma de se relacionar com o mundo do trabalho. Há muita gente dispensando o sobrenome corporativo pelo seu próprio nome, mesmo que isso signifique uma redução na remuneração. Um problema para as empresas e suas áreas de RH, pois, como falei antes, está cada vez mais difícil reter talentos de qualquer idade, seja no auge de sua capacidade produtiva ou no vigor de seu potencial. Como oferecer qualidade de vida exigindo-se o sangue?”, questiona.

Moraes propõe uma reflexão sobre qual o propósito de cada um. Perceber o que nos move a partir do que dá sentido à vida talvez ajude a perceber o quanto o sobrenome corporativo é efêmero e irrelevante. Tanto faz trabalhar para si ou para a corporação X ou Y, desde que algumas questões sejam claramente respondidas por cada um de nós:

•         Faço o que amo?
•         Utilizo o melhor de minha capacidade e dedicação? Faço bem feito?
•         Consigo me sustentar com isso?
•         Sirvo ao mundo?

Encontrar as respostas às perguntas acima e, mais do que isso, conseguir relacioná-las à vida profissional faz com que tenhamos o que os japoneses chamam de ikigai. Trata-se de algo que permite que encontremos um propósito na vida, uma razão para acordar todas as manhãs com alegria e disposição, com ou sem um sobrenome corporativo para nos identificar.  “Portanto, fica a questão: qual é o seu ikigai?” – finaliza Moraes.


Fonte: Edson Moraes é sócio do Espaço Meio -  https://espacomeio.com.br , Executive Coach desde 2014 e Consultor (Gestão & Governança) desde 2003. Foi Executivo do Bank of America entre 1982 e 2003. Seguiu carreira na Área de Tecnologia da Informação, foi Head do Escritório de Projetos e CIO por 4 anos. É Master em Project Management pela George Washington University.  Participou de programas de educação executiva na área de TI ( Stanford University, Business School São Paulo e  Fundação Getúlio Vargas). Formado em Comunicação Social – Jornalismo pela PUC/SP. É Conselheiro de Administração formado pelo IBGC, Coach pelo Instituto EcoSocial e certificado pelo ICF.  Articulista e palestrante nas áreas de Governança, Tecnologia da Informação e Gestão de Projetos.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Ametsa: maquiagem vegana para todos

A marca de cosméticos de maquiagem Ametsa foi criada e idealizada por Isabelle Gantus quando ela tinha apenas 17 anos e estava cansada de não encontrar os produtos que queria por um preço justo. A intenção não era apenas trazer algo novo, mas alternativas para aqueles que procuravam uma marca que representasse mais que apenas rótulos, produtos e cores, mas, sim, valores, tanto econômicos quanto culturais e sociais. Seguindo esse princípio, um ponto muito importante é que os produtos fossem cruelty free, ou seja, produzidos sem ingredientes ou testes que utilizem animais.

“A Ametsa nasceu como uma conversa boba de domingo, durante um dos tradicionais almoços na casa da minha avó. Falávamos de maquiagem e sobre diversos pontos que me incomodam nas marcas que estava acostumada a usar. Um deles foi o fato de ser quase impossível encontrar hoje no mercado uma marca que consiga ter itens que considero muito importantes: qualidade, preço justo, produtos sem testes realizados em animais e representatividade social, livre dos estereótipos e padrões sociais de beleza”, afirma Isabelle, hoje com 18 anos.

Como um anseio de menina que se torna realidade, o nome não poderia ter um sentido diferente: Ametsa significa sonho no idioma ancestral dos bascos, falado na região que abrange uma área entre o nordeste da Espanha e o sudoeste da França.

Apesar da idade, a jovem CEO é responsável por todo o processo criativo e seletivo da empresa: “Foram muitas reuniões com fornecedores e empresas para que tudo se tornasse realidade. Participei de todo o processo seletivo da marca. As cores escolhidas, as fragrâncias, suas texturas e formatos refletem a minha personalidade; então cada produto nosso tem uma porção muito boa de quem eu sou.”

Apoiada e incentivada pela família, Isabelle assina as coleções que levam o selo cruelty free & vegan da Peta (People for the Ethical Treatment of Animals - ONG que se dedica aos direitos animais), que garante produtos sem testes realizados em animais. A escolha das cores aposta em tendências e seus tons são pensados para todos os tipos de pele.

Os primeiros produtos lançados foram batons com acabamento cremoso e matte acetinado. Eles possuem vitamina E e hidratante aloe vera, proporcionando cor intensa e hidratação. Já para quem gosta de batom líquido, mas evitava usar por grudar (enroscar) nos cabelos ou por falta de pigmentação suficiente, já pode rever os conceitos. Também com acabamento matte e sem fragrância, as cores secam rapidamente. Todos são de longa duração, ótima alternativa para quem gosta de aplicar o batom sem a preocupação de retoques constantes.

A linha é composta por nove itens: quatro sólidos com acabamento extracremoso, dois sólidos matte acetinados e dois líquidos supermatte, os nomes e tons escolhidos refletem as inspirações e gostos pessoais da fundadora da marca.
·        Lucy (vermelho, cremoso) – “Lembra muito algo mais antigo, da época Marilyn Monroe (décadas 50-60). O nome Lucy sempre me faz lembrar do filme homônimo, estrelado pela atriz Scarlett Johansson

·        Nemo’s Reef (alaranjado, matte acetinado) – “A cor alaranjada é praticamente igual ao do peixe palhaço Nemo, do longametragem Procurando Nemo que era um dos meus filmes preferidos de infância”.

·        Fatima (rosa, extracremoso) – “Uma das minhas principais apoiadoras e incentivadoras, minha mãe. Não poderia deixar de homenageá-la nesta coleção, além de ser sua cor predileta”.

·        Iced Coffee (nude, matte líquido) – “As cores dos frappuccinos do Starbucks me lembram muito a desse batom”.

·        Istanbul (marrom, cremoso) – “Os tons de terra desse batom me lembram muito as regiões da Turquia, lugar que admiro e sempre quis conhecer”.

 ·        Vinyl Era (vinho, matte acetinado) – “Quando eu vi o tom vinho desse batom, a única coisa que eu conseguia pensar era em discos de vinil pendurados na parede do quarto de alguma adolescente nos anos 70. As garotas dessa época se vestiam de um jeito muito particular, que eu especialmente adoro e uso como inspiração para o meu estilo no dia a dia. Essa onda ‘hipster’ tem a cara desse batom”.

·        Table for two (rosa, matte líquido) – “Esse nome surgiu de uma piada que eu fiz com a minha avó e meu pai, durante um jantar”.
 
·         Snow (rosa, extracremoso, chubby) – “Esse batom faz parte de uma linha muito especial para mim, sendo uma edição limitada. É uma homenagem à minha cachorrinha que faleceu em 2017. Tanto a cor desse batom quanto sua embalagem foram inspirados na Raja”.

·         Raja (vinho profundo, supercremoso) - “Outro item da linha de edição limitada, esse batom incrivelmente pigmentado e supergostoso de aplicar, traz o nome da minha cachorra, em homenagem a ela. O legal dessa edição limitada é que 10% do lucro dos produtos são revertidos para ONGs de ajuda aos animais”.

Preços: R$ 35,00 – Exceto: Raja – R$ 36,90 e Snow – R$ 38,90

Outro item que também está à venda:

·         Denineador Void - “É o nosso delineador líquido matte superpreto, sendo extremamente sequinho e de fácil aplicação devido ao pincel de ponta fininha; sua pigmentação é maravilhosa e ele tem longa duração, sendo também resistente à água”.  Preço: R$ 25,00

A linha vai crescer em breve com a chegada de mais batons e produtos para pele e olhos.

Modernidade com consciência

Ametsa surge de uma mistura de sonhos e ideais, questionamentos e inquietações de uma adolescente que faz parte da geração millennials, geralmente definida como a de indivíduos nascidos entre 1980 e a metade dos anos 2000. Jovens que formam um tipo bem diferente de consumidor: são mais engajados e saudáveis. Gostam de fazer parte de comunidades, preferem produtos orgânicos e veganos, sem crueldade animal.

Além da pesquisa por produtos e matérias-primas aprovados e com qualidade garantida, a marca também inova em tecnologia para o seu e-commerce, sendo uma das poucas, senão a única empresa de cosméticos brasileira a aceitar Bitcoin como forma de pagamento. Não conhece? O Bitcoin usa a tecnologia ponto-a-ponto para operar sem a necessidade de uma autoridade central ou banco; as transações com bitcoins são simples e gerenciadas coletivamente pelos próprios usuários da rede.

Adquirir os produtos Ametsa é tão fácil quando enviar um e-mail! E melhor, sem as taxas de impostos propostas por outras empresas, a marca reafirma um dos seus principais valores: produtos com qualidade sem preços abusivos. Também estão nos planos da empresa, em curto prazo, ampliar a venda dos produtos em lojas físicas. Para comprar pela Internet ou conferir as lojas físicas que já comercializam os produtos Ametsa, basta visitar o site e as redes sociais:  

Instagram: https://www.instagram.com/justametsa/